Freguesia de Vila Nova - Miranda do Corvo
  

ANTIGA SEDE DA JUNTA DE FREGUESIA
Morada : Avenida António dos Reis, Vila Nova - Miranda do Corvo

A 18 de Maio de 1924, a Junta da Paróquia de Vila Nova deliberou construir uma nova sede, mas devido à indisponibilidade financeira apenas se comprou a cantaria para as janelas e portas, tendo sido reservados quinhentos escudos (cerca de dois euros e meio) para esse efeito.

Cerca de um ano e meio depois, na reunião de 1 de Novembro, de 1925, foi decidido comprar 100 telhas tipo «marselha». 

A 6 de Fevereiro, de 1927, foi pedido ao director da divisão de estradas que isentasse de licenciamento a construção da futura seda da Junta de Freguesia que se situaria entre o Km 1 e 2 do ramal que liga à Estrada Nacional 55, antiga ER 51.

A 25 de Dezembro de 1927 foi decidido dar início à construção da sede da Junta, que seria simultaneamente casa paroquial e registo civil.

As obras estiveram a cargo do pedreiro Manuel dos Santos, que cobrou trezentos escudos (cerca de um euro e meio) pela construção da casa. 

Em 1931 foi efectuado o pagamento da certidão da Casa Paroquial, na Conservatória da Lousã .

A 7 de Maio de 1933 foi paga a instalação da electricidade naquele edifício.


A 17 de Julho de 1934, a Junta de Freguesia cedeu uma sala da sua sede para a instalação de um consultório médico. Este foi ocupado, logo nesse ano, por Adolfo Correia da Rocha, conhecido internacionalmente pelo pseudónimo literário de Miguel Torga, que ali exerceu até 1937.


O piso superior da habitação serviu de Residência Paroquial até Outubro de 1993, altura em que faleceu o Padre Silvestre Marques. Este viera, em 1978, substituir o Padre Luis Antunes da Fonseca que, após 33 anos a orar com as nossas gentes, foi transferido para Sobral, uma freguesia de Mortágua.


Entretanto, em 2009, a Junta de Freguesia de Vila Nova executou obras de remodelação na antiga Escola Primária António dos Reis e em 4 de Outubro desse mesmo ano mudou a sua sede para lá.

A antiga sede da edilidade passou então a ser utilizada por um grupo de senhoras que lá se reúnem, duas vezes por semana, ao serão, para fabricarem artigos de artesanato que expõem naquelas instalações.






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